quarta-feira, 20 de agosto de 2008
Qualidade de vida no trabalho
Fique atento para não se enganar em sua definição
Por Bia Brandão
Durante toda semana você é bombardeado pelo trabalho diário, horas na empresa e, muitas, vezes as horas extras são necessárias e produzem estresse. Para relaxar, aos fins de semana dá um passeio com a família e pronto: a qualidade de vida está 100%. Errado! Muitos profissionais se enganam aí. De acordo com o presidente da Associação Brasileira de Qualidade de Vida (ABQV), Alberto Ogata, a qualidade de vida não se resume a ter uma pressão arterial controlada, um bom nível de colesterol ou fazer exames periódicos. Ela vai muito além das condições físicas.
As dimensões de qualidade de vida (física, emocional, social, espiritual e intelectual) compõem todo ser humano. E todas estas dimensões devem ser cultivadas e desenvolvidas. A receita é integração, equilíbrio e harmonia entre as dimensões. Essa questão deve ser muito respeitada, pois é fator fundamental para o bom rendimento de um profissional. Muitas empresas de TI têm “perdido” funcionários por mau rendimento, porque não sabem o real significado de manter uma qualidade de vida.
Essa análise deve ser realizada de acordo com as atitudes que você tem tomado, com o que interfere a sua vida pessoal e profissional. "Devemos estar atentos aos sinais que o nosso corpo dá e adotar atitudes preventivas, que nos levem ao equilíbrio entre corpo, mente e espírito", afirmou Ogata.
Empresas devem aderir a essa análise com todo o seu meio corporativo para, além de avaliar as competências e o desenvolvimento de seus colaboradores, considerar a relevância que possui a qualidade de vida, como um todo, em sua eficácia profissional. “Ela não é uma meta que atingimos e pronto, não há uma receita pronta, uma prescrição médica. Cada pessoa deve construir o seu caminho”, concluiu o presidente.
[fonte.TI Master]
Por Bia Brandão
Durante toda semana você é bombardeado pelo trabalho diário, horas na empresa e, muitas, vezes as horas extras são necessárias e produzem estresse. Para relaxar, aos fins de semana dá um passeio com a família e pronto: a qualidade de vida está 100%. Errado! Muitos profissionais se enganam aí. De acordo com o presidente da Associação Brasileira de Qualidade de Vida (ABQV), Alberto Ogata, a qualidade de vida não se resume a ter uma pressão arterial controlada, um bom nível de colesterol ou fazer exames periódicos. Ela vai muito além das condições físicas.
As dimensões de qualidade de vida (física, emocional, social, espiritual e intelectual) compõem todo ser humano. E todas estas dimensões devem ser cultivadas e desenvolvidas. A receita é integração, equilíbrio e harmonia entre as dimensões. Essa questão deve ser muito respeitada, pois é fator fundamental para o bom rendimento de um profissional. Muitas empresas de TI têm “perdido” funcionários por mau rendimento, porque não sabem o real significado de manter uma qualidade de vida.
Essa análise deve ser realizada de acordo com as atitudes que você tem tomado, com o que interfere a sua vida pessoal e profissional. "Devemos estar atentos aos sinais que o nosso corpo dá e adotar atitudes preventivas, que nos levem ao equilíbrio entre corpo, mente e espírito", afirmou Ogata.
Empresas devem aderir a essa análise com todo o seu meio corporativo para, além de avaliar as competências e o desenvolvimento de seus colaboradores, considerar a relevância que possui a qualidade de vida, como um todo, em sua eficácia profissional. “Ela não é uma meta que atingimos e pronto, não há uma receita pronta, uma prescrição médica. Cada pessoa deve construir o seu caminho”, concluiu o presidente.
[fonte.TI Master]
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