quarta-feira, 10 de setembro de 2008
Cuidado com a zona de conforto
Como os profissionais devem sair desse perigo
Após um conturbado dia de trabalho a melhor coisa a se fazer é chegar em casa e fazer opções de lazer, como um bom filme, um papo com a família e um banho relaxante para recuperar as energias gastas. No entanto, esses momentos no campo organizacional nem sempre são bem vindos, pois podem ser o caminho para a chamada “zona de conforto”. Ou seja, há possibilidades do profissional chegar a um grau de comodidade que faz com que as empresas percam a competitividade.
Uma das raízes do problema vem desde as primeiras contratações. As corporações contrataram seu corpo funcional de forma equivocada. Quando se chega à “zona de conforto” as metas corporativas deixam de ser atingidas, os saldos não são mais tão positivos. O que ocasiona tal fato é a falta de perspectiva e objetivo definidos. “Estudos realizados dentro das organizações apontam que a principal causa que leva uma empresa a estacionar, a paralisar, é a falta de uma gestão eficaz”, analisa o consultor organizacional Dílson Almeida.
Um dos perigos iminentes das empresas que se encontram neste processo é de serem esquecidas e ultrapassadas pelos concorrentes. Para identificar se o profissional se encontra nesse caminho pode-se notar algumas atitudes. Por exemplo, a falta de ambição, a falta de vontade de mudança, com isso há perda de motivação para o trabalho.
As organizações que desejam sair desta realidade vivida atualmente devem ir além do básico em seus trabalhos e projetos; respeitar a rotina; criar um ambiente favorável aos colaboradores. “Promover cursos, seminários e palestras também são alternativas eficazes. Vale lembrar que é necessário realizar aqueles programas que envolvem todos os participantes, desde o presidente da empresa até a funcionária que serve o cafézinho e mostrar que a empresa está, de fato, preocupada com o desenvolvimento de cada um”, aconselha Dilson.
A diferença desses investimentos é exposta nos resultados. É simples identificar se em uma empresa tem gestores capacitados ou não. É só observar como você é atendido. “Uma árvore não poderá dar bons frutos se não tiver uma boa raiz. Daí a importância de uma gestão participativa”, conclui.
[Fonte.TI Master]
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